A Justiça de Minas Gerais suspendeu a liminar que barrava a venda de quatro pequenas usinas hidrelétricas da Cemig: Marmelos, Martins, Sinceridade e PCH Machado Mineiro. Com isso, a companhia está novamente autorizada a concluir o contrato de venda com a Âmbar Energia, do grupo J&F.
A decisão restabelece os efeitos do edital e do leilão realizados anteriormente, permitindo à estatal avançar em seu plano de desinvestimentos.
Por que a liminar foi derrubada?
A nova decisão do Tribunal considerou que:
- O processo de venda seguiu o edital;
- As usinas não são consideradas essenciais ao portfólio estratégico da Cemig;
- O plano de desinvestimento visa otimizar recursos e modernizar a operação.
Além disso, a venda integra o planejamento da empresa para realocar capital em ativos mais rentáveis.
O que muda para a Cemig e para os acionistas?
Com a suspensão da liminar, a companhia:
- Retoma integralmente o processo de venda;
- Pode reinvestir o valor arrecadado em áreas prioritárias;
- Ganha sinal verde para seguir seu plano de reestruturação.
Para os investidores, a decisão reduz incertezas jurídicas no curto prazo.
Riscos e pontos de atenção
Apesar da liberação, o assunto ainda não está encerrado. A venda pode voltar a ser questionada, já que a ação civil segue em andamento. Caso a Justiça entenda que houve irregularidades, o processo pode ser revertido.
Além disso, o debate sobre consulta popular continua sendo levantado por opositores.
Conclusão
A suspensão da liminar marca um avanço importante para a Cemig e remove barreiras no processo de desinvestimento. A empresa ganha fôlego estratégico, mas a disputa ainda promete novos capítulos. Continue acompanhando o Brasilvest para não perder nenhuma atualização.
Perguntas Frequentes (FAQ)
Quais usinas fazem parte da venda?
Marmelos, Martins, Sinceridade e PCH Machado Mineiro.
A venda já está confirmada?
Sim. Com a suspensão da liminar, a Cemig pode concluir o contrato.
A decisão é definitiva?
Não. A ação civil ainda será julgada e pode reverter o processo.
Quem comprará as usinas?
A Âmbar Energia, empresa do grupo J&F.
Por que houve questionamento judicial?
Por causa da discussão sobre necessidade de consulta popular para venda de patrimônio público.
Isso afeta os acionistas da Cemig?
Sim. Menos incerteza jurídica tende a reduzir volatilidade e melhorar previsibilidade.









