A Prio (PRIO3) voltou com força ao radar dos analistas depois de o BTG Pactual destacar que a petroleira pode iniciar o pagamento de dividendos já em 2026, caso consiga entregar o plano de produção apresentado no Investor Day. A avaliação reacende o interesse dos investidores que buscam renda futura e valorização, especialmente num setor em que geração de caixa é determinante.
Por que o BTG reacendeu o alerta de dividendos para PRIO3?
Segundo o BTG, a Prio entrou em uma fase de expansão operacional, enquanto reduz riscos ao focar menos em M&A e mais na eficiência dos ativos existentes. Isso muda a dinâmica da empresa, já que o caixa tende a crescer com mais rapidez.
Além disso, o banco destacou que a companhia pode alcançar mais de 200 mil barris por dia entre 2026 e 2027, caso execute o plano de desenvolvimento dos campos como Wahoo e Peregrino. Esse avanço pode destravar valor e abrir espaço para remuneração aos acionistas.
A análise reforça que a Prio pode se tornar uma ação ainda mais competitiva, mesmo após o BTG revisar o preço-alvo de R$ 61 para R$ 56 — corte atribuído ao cenário de petróleo, e não a falhas da companhia.
O que sustenta a tese de dividendos da Prio?
A empresa já vem mostrando resultados que fortalecem essa narrativa. No 3T25, a petroleira registrou um EBITDA ajustado de US$ 320 milhões, impulsionado pela recuperação da produção.
Além disso, o foco em controle de custos e melhorias operacionais abre espaço para margens mais robustas. Quando somado a um cenário ainda favorável do petróleo, esse contexto fortalece a capacidade de geração de caixa — ponto crucial para distribuir dividendos.
Esse conjunto de fatores explica por que a Prio voltou a ser citada como uma das possíveis pagadoras de proventos no setor de óleo e gás.
Oportunidades e riscos: o que o investidor precisa saber
Enquanto isso, a tese de PRIO3 ganha força com pontos que favorecem quem busca crescimento e renda:
- Produção crescente aumenta receita e estabilidade operacional.
- Menos M&A significa caixa mais previsível e voltado ao acionista.
- Potencial de dividendos entre 2026 e 2027, segundo o BTG.
- Valorização do papel pode ocorrer se o mercado reprecificar o crescimento.
Por outro lado, é importante monitorar:
- Preço do petróleo, que impacta diretamente a receita.
- Execução dos projetos, pois atrasos podem afetar o fluxo de caixa.
- Volatilidade do setor, que costuma exigir um perfil de risco mais alto.
PRIO3 vale para quem quer dividendos?
A Prio nunca foi tradicionalmente uma empresa “dividendeira”, mas caminha para isso. Com geração de caixa forte e maturidade operacional, a companhia pode se tornar uma das protagonistas do setor nos próximos anos.
Para quem busca renda futura, PRIO3 entra definitivamente na lista de ativos a acompanhar.
Continue acompanhando o Brasilvest para entender como essa movimentação pode impactar sua carteira.
Perguntas Frequentes (FAQ)
PRIO3 vai pagar dividendos em 2026?
Segundo o BTG Pactual, há possibilidade de pagamento entre o final de 2026 e início de 2027, caso a geração de caixa avance conforme projetado.
O preço-alvo caiu. Isso é ruim?
Não necessariamente. A revisão do BTG para R$ 56 reflete o cenário do petróleo, e a tese estrutural da Prio continua forte.
O que pode impulsionar PRIO3 no médio prazo?
Aumentos consistentes da produção, controle de custos e estabilidade das operações dos campos Wahoo e Peregrino.
PRIO3 é indicada para qual tipo de investidor?
Para quem busca crescimento + renda futura, com tolerância à volatilidade do setor de petróleo.
Quais riscos podem atrasar dividendos?
Queda do petróleo, falhas de execução e surpresas operacionais podem reduzir caixa e adiar proventos.
A Prio está melhor agora do que há alguns anos?
Sim. A empresa amadureceu, ganhou eficiência e reduziu dependência de novas aquisições.








