O mercado brasileiro ganhou novo impulso após grandes gestoras projetarem o Ibovespa a 189 mil pontos até o fim de 2026 — um potencial de valorização que pode transformar o desempenho da Bolsa e mudar a estratégia de quem investe no médio prazo. As projeções foram detalhadas em análise publicada pelo InfoMoney, destacando os setores e ações que devem liderar o movimento.
Por que o Ibovespa pode disparar até 189 mil pontos?
Segundo análise de casas como AZ Quest, Legacy, Absolute, XP e Vinland, o cenário que favorece a alta da Bolsa inclui:
- Queda dos juros nos EUA, fortalecendo ativos de risco;
- Ambiente fiscal mais previsível no Brasil, mesmo com desafios;
- Reprecificação de commodities em meio à recuperação global;
- Resultados corporativos mais robustos previstos para 2025 e 2026.
A reportagem do InfoMoney destaca que o movimento pode elevar o Ibovespa dos atuais níveis para uma alta superior a 30% até o fim de 2026.
Setores e ações preferidas pelas gestoras
Gestores apontam que alguns setores devem puxar os ganhos. De acordo com o InfoMoney, as casas destacaram papéis que combinam valuation atrativo, forte geração de caixa e potencial de crescimento:
- Bancos — principalmente pelas projeções de retomada de crédito e margens mais saudáveis;
- Energia e Saneamento — com ambiente regulatório mais estável;
- Commodities — reforçadas pela demanda externa, especialmente minério e papel & celulose;
- Infraestrutura e transporte — impulsionados por privatizações e investimentos;
- Varejo de alta renda — que deve se beneficiar da queda dos juros.
Entre as ações preferidas citadas pelas gestoras estão nomes large caps tradicionais e empresas bem posicionadas para ciclos de retomada.
Queda dos juros: o motor por trás da projeção
O movimento global de flexibilização monetária pode ser o principal gatilho para a Bolsa. A expectativa é que o Federal Reserve intensifique os cortes de juros em 2025, favorecendo mercados emergentes.
No Brasil, a Selic deve continuar recuando em um ritmo mais lento, mas suficiente para destravar resultados de empresas alavancadas e do consumo — pontos considerados decisivos pelas gestoras presentes no levantamento.
Riscos que podem limitar a alta
Apesar do otimismo, os gestores destacam riscos relevantes que podem adiar ou reduzir o potencial de valorização:
- Piora fiscal no Brasil;
- Volatilidade política antes das eleições de 2026;
- Demora no ciclo de cortes do Fed;
- Redução da demanda global por commodities.
Mesmo com esses riscos, a probabilidade de avanço permanece significativa, segundo o consenso das gestoras reunidas pelo InfoMoney.
O que isso significa para o investidor?
Se o Ibovespa realmente caminhar para os 189 mil pontos, a Bolsa tende a oferecer:
- Mais oportunidades em empresas descontadas;
- Aumento do fluxo de investidores estrangeiros;
- Maior liquidez e retomada de ofertas públicas;
- Melhores retornos para quem investe com visão de médio e longo prazo.
Para muitos analistas, este pode ser um dos melhores ciclos de valorização da última década, caso o ambiente macroeconômico se confirme.
Conclusão
As projeções das principais gestoras indicam que o Ibovespa pode viver um dos saltos mais expressivos dos últimos anos, chegando a 189 mil pontos até 2026. Se você investe — ou está pensando em começar — este é o momento de acompanhar o mercado com atenção redobrada e revisar sua estratégia.
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Perguntas Frequentes (FAQ)
O Ibovespa realmente pode chegar a 189 mil pontos?
Segundo levantamento do InfoMoney com gestoras renomadas, sim — o cenário base prevê esse patamar até o fim de 2026.
Quais setores devem liderar a alta?
Bancos, commodities, energia, saneamento, infraestrutura e varejo de alta renda.
O que pode impedir a valorização da Bolsa?
Riscos fiscais, instabilidade política, juros globais mais altos e desaceleração do crescimento mundial.
A queda dos juros é o principal motor da projeção?
Sim. O ciclo de cortes nos EUA e no Brasil tende a reduzir o custo do capital e impulsionar empresas listadas.
Vale investir agora na Bolsa?
Gestores indicam que muitos ativos seguem descontados e com bom potencial, mas recomendam análise individual de risco.
Essas projeções são garantidas?
Não. São estimativas baseadas no cenário atual. Mudanças macroeconômicas podem alterar os resultados.









