A abertura do mercado nesta quarta-feira (11/12) é marcada por ajustes após o movimento atípico de ontem, quando o Brasil se descolou do cenário internacional.
Com a decisão do Copom ainda fresca e novos dados do IBGE sobre o comércio varejista, investidores começam o dia recalibrando expectativas.
Enquanto isso, o exterior segue reagindo à decisão do Federal Reserve, que volta a influenciar o comportamento do dólar global.
A combinação desses fatores determina o tom do pregão, que inicia com cautela, mas também com sinais importantes sobre atividade econômica.
Brasil: Copom orienta o mercado e varejo mostra expansão
Depois de um pregão descolado do movimento global, analistas acreditam que o mercado brasileiro deve voltar a ajustar posições hoje.
A decisão do Copom, divulgada ontem, permanece como principal referência para juros, crédito e expectativa de risco.
Além disso, o IBGE trouxe números positivos que impactam diretamente a leitura do mercado:
- O varejo cresceu 0,5% em outubro de 2025 frente a setembro.
- Na comparação anual, houve alta de 1,1% em relação a outubro de 2024.
Esses dados reforçam que o consumo segue resiliente, mesmo com juros elevados, e podem influenciar ações ligadas ao varejo, serviços e consumo doméstico.
Exterior: Fed domina atenção e dólar global recua
No cenário internacional, investidores continuam repercutindo a decisão de política monetária do Federal Reserve.
Após o anúncio, agentes agora ajustam apostas sobre quando e como os cortes de juros americanos devem ocorrer no próximo ano.
O reflexo imediato aparece no comportamento do dólar global:
- O índice DXY recuava 0,11%, marcando 98,54 pontos nesta manhã.
O movimento indica menor força da moeda americana frente às principais divisas globais, o que costuma aliviar parte da pressão sobre mercados emergentes.
Agenda: balança comercial dos EUA no radar
Entre os indicadores internacionais, o destaque desta quarta-feira é a divulgação da balança comercial dos EUA referente a setembro.
Esse dado tende a impactar expectativas sobre consumo, exportações e ritmo da economia americana — elementos que influenciam diretamente ativos de risco.
Conclusão: dia começa com cautela, mas dados ajudam a orientar decisões
O pregão desta quarta começa equilibrado entre incertezas externas e sinais domésticos positivos.
Investidores acompanham:
- A leitura do mercado após o Copom
- A força do consumo interno
- O efeito das decisões do Fed
- O comportamento do dólar
- Dados importantes da economia americana
Portanto, o cenário pede atenção, mas também oferece pistas valiosas sobre o rumo do mercado nos próximos dias. Continue acessando o Brasilvest para ficar atualizado!
Perguntas Frequentes (FAQ)
Por que o mercado brasileiro pode ajustar posições hoje?
Porque ontem houve movimento contrário ao cenário global, e a decisão do Copom reposiciona expectativas.
O que os dados do varejo indicam?
O aumento de 0,5% no mês e 1,1% no ano mostra consumo resiliente mesmo com juros altos.
Como a decisão do Fed influencia hoje?
Ela altera projeções de taxa de juros nos EUA, o que afeta dólar, fluxo global e ativos emergentes.
O que significa o DXY cair?
Significa enfraquecimento do dólar frente a outras moedas fortes, reduzindo pressão externa.
Qual dado internacional mais importante do dia?
A balança comercial dos Estados Unidos referente a setembro.
O que esperar do pregão?
Cautela inicial, com ajustes ao Copom e atenção ao cenário global.









