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quinta-feira, fevereiro 12, 2026
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Uber, 99 e café lideram altas e pesam no bolso em 2025

A inflação perdeu força em 2025, mas isso não impediu aumentos dolorosos no dia a dia. Dados do IPCA-15 mostram que alguns itens subiram muito acima da média, pressionando o orçamento das famílias — especialmente transporte por aplicativo e alimentos populares.

Segundo o índice calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, os maiores vilões do ano foram corridas de app, café e hortifruti, enquanto produtos básicos do supermercado ficaram mais baratos.

Quais foram os preços que mais subiram em 2025?

Os números chamam atenção. No acumulado do ano, os maiores aumentos foram:

  • Transporte por aplicativo: +45,38%
  • Café moído: +41,84%
  • Pimentão: +29,93%
  • Chocolate em barra e bombom: +27,84%
  • Joias: +27,04%

Também registraram altas relevantes café solúvel, manga e achocolatado em pó.

Por que Uber e 99 ficaram tão mais caros?

A disparada do transporte por aplicativo reflete a política de preços dinâmicos, que ajusta tarifas conforme demanda e disponibilidade de motoristas. Em horários de pico ou regiões com menos oferta, o valor sobe — e ficou mais frequente ao longo do ano.

Empresas como Uber e 99 justificam as variações como necessárias para equilibrar o serviço. Para o consumidor, o efeito foi direto: corridas mais caras.

Por que o café virou vilão do orçamento?

No caso do café, o problema veio de fora. A alta internacional do grão — causada por redução da oferta global — pressionou preços sobretudo no primeiro semestre. O resultado apareceu na prateleira: café moído subiu mais de 40%.

E quais produtos ficaram mais baratos em 2025?

Na outra ponta, alimentos para consumo em casa puxaram a inflação para baixo. As maiores quedas foram:

  • Abacate: -44,82%
  • Laranja-lima: -35,33%
  • Feijão preto: -31,82%
  • Batata-inglesa: -27,70%
  • Arroz: -26,04%

Outros itens como limão, alho e azeite de oliva também ficaram mais baratos.

Por que a comida do mercado caiu?

Todos os itens que mais recuaram pertencem ao grupo alimentação no domicílio, que teve alta de apenas 1,94% em 2025. Em algumas capitais, como Rio de Janeiro e Goiânia, houve deflação — quando os preços caem ao longo do tempo.

Oferta maior, ajustes sazonais e normalização de cadeias ajudaram a aliviar o bolso no supermercado.

O que isso significa para 2026?

O recado é claro: inflação menor não garante preços baixos para tudo. Serviços seguem pressionados, enquanto alimentos podem oscilar conforme safra e mercado externo.

Planejamento e comparação viram regra.

👉 Para entender como inflação, consumo e serviços impactam seu dinheiro, continue navegando pelo Brasilvest.

Perguntas Frequentes (FAQs)

O transporte por aplicativo foi o item que mais subiu em 2025?

Sim. As corridas avançaram 45,38%, liderando o ranking de altas.

Por que o café encareceu tanto?

Principalmente pela alta internacional do grão e redução da oferta global.

Quais alimentos ficaram mais baratos?

Abacate, laranja, feijão, batata e arroz tiveram quedas expressivas.

A inflação fechou alta em 2025?

Não. A inflação desacelerou e ficou abaixo do esperado no início do ano.

Em quais cidades houve deflação?

Capitais como Rio de Janeiro e Goiânia registraram deflação em 2025.

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