O ano de 2026 começa com mudanças importantes na aposentadoria, resultado das regras de transição da Reforma da Previdência. Segundo o Portal Arauto, ajustes em idade mínima, pontos e tempo de contribuição entram em vigor e exigem atenção de quem está perto de pedir o benefício. Em resumo: quem não se planejar pode ter de trabalhar mais.
O que muda na aposentadoria em 2026
As alterações decorrem das regras de transição criadas pela Reforma da Previdência. Em 2026, elas ficam mais rígidas, elevando exigências para concessão do benefício. As principais mudanças envolvem:
- idade mínima progressiva
- sistema de pontos (idade + tempo de contribuição)
- tempo mínimo de contribuição
Ou seja, a cada ano, os critérios avançam — e 2026 não foge à regra.
Idade mínima progressiva sobe novamente
Na regra de idade mínima progressiva, há aumento anual da idade exigida. Em 2026:
- mulheres precisam atingir idade maior do que em 2025;
- homens também enfrentam elevação do requisito.
Essa progressão continua até alcançar o patamar definitivo previsto na reforma. Portanto, adiar o pedido pode custar mais meses de trabalho.
Sistema de pontos fica mais exigente
Outra mudança relevante está no sistema de pontos, que soma idade + tempo de contribuição. Em 2026, o número mínimo de pontos sobe novamente.
Na prática:
- quem estava “na conta” em 2025 pode não atingir os pontos em 2026;
- faltar poucos meses pode adiar a aposentadoria em um ano inteiro.
Por isso, o cálculo fino faz toda a diferença.
Tempo de contribuição segue como fator decisivo
Mesmo com regras variadas, o tempo de contribuição continua central. Quem não atingir o mínimo exigido:
- não se aposenta
- precisa continuar contribuindo
- pode perder a regra mais vantajosa
Planejar contribuições extras ou revisar períodos não reconhecidos pode mudar o resultado.
Quem é mais impactado pelas mudanças
As alterações afetam principalmente:
- trabalhadores próximos de se aposentar
- quem contribuiu de forma intermitente
- segurados que alternaram empregos formais e informais
Para esses grupos, simular diferentes regras é essencial para escolher o melhor momento.
Como verificar sua situação agora
O caminho mais seguro é consultar os canais oficiais do INSS:
- aplicativo Meu INSS
- site oficial
- telefone 135
Neles, é possível simular a aposentadoria e comparar regras disponíveis.
Atenção a decisões precipitadas
Especialistas alertam que pedir aposentadoria sem análise pode:
- reduzir o valor do benefício
- fazer perder regra mais vantajosa
- gerar arrependimento difícil de reverter
Em muitos casos, esperar alguns meses resulta em renda maior pelo resto da vida.
Planejamento previdenciário vira necessidade
Com regras progressivas, o planejamento deixou de ser opcional. Ele ajuda a:
- escolher a melhor regra
- definir o momento ideal do pedido
- aumentar o valor do benefício
Em 2026, informação vale dinheiro — e tempo.
Conclusão: 2026 exige atenção redobrada de quem vai se aposentar
As mudanças na aposentadoria em 2026 tornam o cenário mais exigente. Idade mínima e pontos aumentam, e cada detalhe conta. Quem está perto de se aposentar deve simular, comparar e planejar para não trabalhar mais do que o necessário.
Quer continuar acompanhando explicações claras sobre aposentadoria, INSS e seus direitos? Continue lendo o Brasilvest.
Perguntas frequentes (FAQ)
O que muda na aposentadoria em 2026?
Aumentam idade mínima e pontuação das regras de transição.
As regras valem para todos?
Não. Elas se aplicam a quem não tinha direito adquirido.
Posso escolher a melhor regra?
Sim. O segurado pode optar pela mais vantajosa.
Onde simular a aposentadoria?
No aplicativo Meu INSS ou pelo telefone 135.
Esperar pode aumentar o benefício?
Sim. Em muitos casos, alguns meses fazem diferença.
Quem já se aposentou é afetado?
Não. As mudanças valem apenas para novos pedidos.









