A captura de Nicolás Maduro não foi fruto de improviso. Muito antes da operação militar que chocou o mundo, a CIA já conhecia detalhes íntimos da vida do líder venezuelano, incluindo seus hábitos alimentares, deslocamentos diários e até os animais de estimação que mantinha.
O plano começou a ser executado em agosto de 2025 e envolveu uma das ações de inteligência mais ousadas dos Estados Unidos nos últimos anos, culminando na prisão do ditador em uma operação considerada cirúrgica por autoridades militares.
Como a CIA conseguiu se infiltrar na Venezuela sem ser detectada
Uma equipe clandestina de oficiais da CIA entrou na Venezuela meses antes da captura, operando sem cobertura diplomática, já que a embaixada dos Estados Unidos no país estava fechada. Mesmo assim, os agentes conseguiram circular por Caracas por um longo período sem levantar suspeitas.
A missão combinou fontes humanas próximas a Maduro, vigilância terrestre e uma frota de drones furtivos, que sobrevoavam áreas estratégicas da capital venezuelana. Com isso, a agência construiu um mapa detalhado da rotina do ditador, identificando horários, locais frequentes e padrões de comportamento.
Informações íntimas foram decisivas para o sucesso da operação
Segundo autoridades americanas, os dados coletados permitiram saber exatamente onde Maduro estaria, o que ele costumava comer e até quais animais mantinha sob seus cuidados. Essas informações, embora pareçam triviais, foram consideradas críticas para garantir precisão máxima e reduzir riscos durante a ação militar.
O chefe do Estado-Maior Conjunto dos EUA, Dan Caine, afirmou que o nível de detalhamento foi determinante para o êxito da missão, realizada sem mortes de soldados americanos.
Operação foi comparada à caçada a Osama bin Laden
A captura de Maduro ocorreu antes do amanhecer de sábado, 3 de janeiro, e envolveu comandos de elite da Força Delta, em uma ação descrita como a mais arriscada do tipo desde a operação que matou Osama bin Laden em 2011.
Os militares treinaram por semanas em um modelo em escala real do complexo onde Maduro estava, construído em território americano. Cada detalhe foi ensaiado, incluindo a abertura de portas reforçadas e rotas de extração.
Trump assume controle político da Venezuela após prisão
Após a operação, o presidente Donald Trump afirmou que os Estados Unidos assumiriam o controle da Venezuela até que uma transição considerada segura fosse concluída. Ele também declarou que empresas petrolíferas americanas participariam da reconstrução da infraestrutura do país.
A justificativa oficial foi o combate ao narcotráfico, embora a decisão tenha gerado fortes questionamentos jurídicos e diplomáticos sobre a legalidade da ação americana.
Ataque envolveu apagão, caças e mais de 150 aeronaves
Antes da incursão terrestre, os EUA executaram uma ciberoperação que deixou grandes áreas de Caracas sem energia elétrica. Em seguida, radares e sistemas de defesa aérea foram destruídos para abrir caminho aos helicópteros.
Mais de 150 aeronaves militares, entre drones, caças e bombardeiros, participaram da missão. Apesar da precisão, autoridades venezuelanas indicaram que ao menos 40 pessoas morreram, entre militares e civis.
Maduro foi levado aos EUA e está preso no Brooklyn
Após ser capturado, Maduro e sua esposa foram levados inicialmente para um navio de guerra americano no Caribe, depois transferidos para a base de Guantánamo e, por fim, transportados para os Estados Unidos, onde o ditador está detido no Brooklyn, enfrentando acusações federais relacionadas ao tráfico de drogas.
O episódio marca uma virada histórica na relação entre EUA e Venezuela e promete repercussões duradouras no cenário internacional.
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Perguntas Frequentes (FAQs)
Quando a CIA começou a operação contra Maduro
A infiltração teve início em agosto de 2025, meses antes da captura.
A CIA realmente sabia detalhes pessoais de Maduro
Sim. Segundo autoridades dos EUA, a agência conhecia hábitos diários, alimentação e até animais de estimação do ditador.
Quem executou a captura de Maduro
A operação foi realizada por comandos da Força Delta do Exército dos Estados Unidos.
Houve mortes durante a operação
Não houve mortes de soldados americanos, mas autoridades venezuelanas relataram vítimas civis e militares.
Onde Nicolás Maduro está preso atualmente
Ele está detido no Brooklyn, nos Estados Unidos, enfrentando acusações federais.









