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domingo, novembro 30, 2025
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Como investir com juros menores no exterior e Selic ainda alta? Especialistas mostram o caminho para 2026

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O investidor brasileiro está diante de um cenário curioso: enquanto boa parte do mundo já entrou em um ciclo de queda de juros, por aqui a Selic segue alta, os prêmios de risco continuam maiores que o ideal e a incerteza fiscal volta e meia pressiona o humor do mercado. E para completar, 2026 chega com eleições, o que deixa tudo ainda mais delicado.

A pergunta inevitável é: como equilibrar uma carteira entre oportunidades globais e os desafios locais?

Esse é exatamente o ponto central do painel de alocação do Onde Investir 2026, evento gratuito do InfoMoney em parceria com a XP, que reúne dois especialistas de peso: Rodrigo Sgavioli, sócio e head de alocação da XP, e Ronaldo Patah, estrategista do UBS Global Wealth Management.

Eles discutem como investir em um ano que promete volatilidade política, mudanças rápidas na precificação dos ativos e um choque entre os ciclos monetários do Brasil e do exterior.

O que torna 2026 tão desafiador para o investidor brasileiro?

O cenário de alocação ficou mais complexo porque:

– Os Estados Unidos e Europa já iniciaram cortes de juros

– O Brasil ainda enfrenta Selic alta por mais tempo

– O risco fiscal segue pressionando a curva longa

– O calendário eleitoral aumenta a incerteza no curto prazo

Essa assimetria faz com que as oportunidades internacionais fiquem mais interessantes, ao mesmo tempo em que a renda fixa local segue pagando bastante — o que exige equilíbrio e estratégia.

O que o evento promete revelar sobre a montagem da carteira?

Durante o painel, os especialistas devem explorar:

Como combinar renda fixa e renda variável em um ano de múltiplas incertezas

– Quais ativos globais tendem a se destacar com juros americanos menores

– Como o risco fiscal influencia o prêmio exigido pelo mercado

– O papel do dólar e do ouro como proteção

– Onde o investidor deve reduzir, reforçar ou diversificar posições antes de 2026 começar

A ideia é montar um guia direto e aplicável para quem precisa tomar decisões práticas — e não apenas entender o cenário de forma teórica.

Por que esse debate é tão importante agora?

Porque a forma como você organiza sua carteira antes da virada do ano pode determinar:

– Quanto do seu patrimônio ficará protegido

– Quanto poderá render com juros menores lá fora

– Como você vai enfrentar a volatilidade política brasileira

– E se sua alocação estará pronta para aproveitar as oportunidades de 2026

Os especialistas de XP e UBS defendem que o investidor brasileiro precisa abandonar o modelo “tudo no Brasil”, justamente porque o cenário global está muito diferente — e mais favorável.

O Onde Investir 2026 vai além da alocação: o que mais está na programação?

Durante cinco dias, o evento reúne alguns dos principais nomes do mercado para discutir:

– Política monetária

– Bolsa

– Ativos internacionais

– Agronegócio

– Renda passiva

– E educação financeira voltada à construção de patrimônio

Tudo pensado para ajudar o investidor a desenhar um plano sólido para 2026.

Conclusão: investir em 2026 exige estratégia — e informação qualificada

Com Selic alta aqui e juros mais baixos lá fora, o investidor brasileiro precisa aprender a equilibrar risco e oportunidade com inteligência. E o debate entre XP e UBS promete exatamente isso: um mapa claro para navegar 2026 com mais segurança.

Para seguir acompanhando análises que ajudam você a investir melhor, continue navegando pelo Brasilvest.

Perguntas Frequentes (FAQs)

Por que a diferença entre os juros do Brasil e dos EUA importa?

Porque ela altera o rendimento dos ativos, influencia o fluxo global e muda o peso do risco Brasil na alocação.

Devo investir mais no exterior em 2026?

Depende do seu perfil, mas juros globais menores tendem a abrir boas oportunidades em renda fixa e ações internacionais.

A renda fixa brasileira continua atrativa?

Sim. A Selic alta segue oferecendo bons retornos, especialmente nos títulos atrelados à inflação e na renda fixa pós-fixada.

Dólar ainda é proteção?

Sim. Em ano eleitoral, a moeda costuma ser usada como hedge natural.

Ouro vale a pena em 2026?

Para diversificação e proteção em momentos de estresse, o ouro segue sendo uma alternativa relevante.

O Onde Investir 2026 é pago?

Não. O evento é gratuito e oferece bônus como planilhas, relatórios e planner financeiro.

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