O mercado cripto volta ao centro das atenções em dezembro. A cada mês, analistas e exchanges buscam antecipar quais ativos têm mais chance de performance positiva — e para este fim de ano o destaque vai para Bitcoin (BTC), Ethereum (ETH) e Solana (SOL), segundo levantamento mais recente do InfoMoney com casas de análise, exchanges e gestores.
Por que Bitcoin continua no topo?
O BTC segue como “porto-seguro” no universo das criptomoedas. Mesmo diante da volatilidade, muitos o veem como reserva de valor digital. A recomendação se baseia na liquidez alta, adoção institucional e no fato de ser menos sensível às flutuações drásticas — um critério valorizado quando o cenário global de juros e câmbio gera nervosismo.
Ethereum: aposta em recuperação e funcionalidade
O ETH vem sendo recomendado pela robustez de seu ecossistema. A rede suporta contratos inteligentes, finanças descentralizadas (DeFi) e vários projetos ativos. Por isso, muitos analistas apostam que o Ethereum será — dentre as altcoins — a primeira a reagir em ciclos de valorização, abrindo caminho para ativos mais arriscados.
Seu momento técnico e o apelo para aplicações mais amplas no mercado cripto justificam o destaque.
Solana: risco maior — mas com potencial
A SOL aparece como favorita entre as altcoins. As casas que recomendam Solana destacam seu potencial de valorização com a retomada de apetite por risco. A criptomoeda reúne características como rede rápida, taxas menores e bastante adoção em projetos de blockchain — algo que pode impulsionar seu preço.
Ou seja: para quem tolera os altos e baixos do mercado, SOL surge como chance de “subida forte”.
Outras criptomoedas que também aparecem
Além de BTC, ETH e SOL, o levantamento do InfoMoney apontou nomes como Chainlink (LINK) e Hyperliquid (HYPE) como potenciais apostas — embora com menores recomendações.
Mas vale destacar: quanto maior o potencial de retorno, maior o risco.
Riscos e o que observar antes de investir
- Alta volatilidade: criptomoedas oscilam forte — pode haver ganhos rápidos, mas também quedas bruscas.
- Ambiente macroeconômico global: juros nos EUA, liquidez internacional e regulações influenciam fortemente o mercado cripto.
- Perfil do investidor: ativos como SOL e altcoins exigem tolerância ao risco — se seu perfil for conservador, BTC tende a ser mais seguro.
- Horizonte de investimento: cripto rende melhor no médio a longo prazo; especular curto prazo aumenta a exposição a perdas.
Conclusão: como montar uma estratégia consciente
Para dezembro, a recomendação é: combine estabilidade e potencial. Mantenha uma parcela em BTC por segurança, outra em ETH pela base tecnológica, e, se aceitar risco, avalie SOL ou altcoins como LINK / HYPE. Mas faça isso com consciência, diversificação e PLANO — não por impulso.
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Perguntas Frequentes (FAQ)
Quais criptomoedas estão no topo das recomendações para dezembro?
BTC, ETH e SOL lideram as indicações no levantamento InfoMoney.
Por que o Bitcoin (BTC) é considerado mais seguro?
Porque tem maior liquidez, adoção institucional e histórico — tende a sofrer menos em momentos de crise cripto.
Ethereum é bom para longo prazo?
Sim. ETH tem uso forte em contratos inteligentes e aplicações DeFi, o que sustenta seu potencial de valorização.
Solana (SOL) vale o risco?
Sim — se você tolera a oscilação, SOL pode render muito, mas também pode ser volátil.
Devo colocar todo meu dinheiro em criptomoedas?
Não. Cripto é volátil. O ideal é ter uma carteira diversificada, com parte em ativos mais seguros.
Criptomoedas são adequadas para quem busca segurança?
Só parcialmente. BTC é o mais “conservador” entre criptos — mas ainda assim muito mais arriscado do que renda fixa ou fundos tradicionais.









