A CSN Mineração (CMIN3) aprovou a distribuição de R$ 423,7 milhões em proventos aos acionistas. A decisão foi tomada pelo Conselho de Administração e envolve dividendos intermediários e juros sobre capital próprio (JCP), antecipando o dividendo mínimo obrigatório.
O anúncio reforça a estratégia da companhia de remunerar o acionista, mesmo em um cenário de atenção ao ciclo do minério de ferro e à volatilidade do mercado.
Como será dividida a distribuição de R$ 423,7 milhões?
Do total aprovado, R$ 259,7 milhões serão pagos como dividendos intermediários, utilizando a reserva de lucros da empresa. Isso representa R$ 0,047811 por ação.
Já os R$ 164 milhões restantes correspondem ao pagamento de juros sobre capital próprio, com base no lucro apurado até 30 de novembro de 2025. O valor equivale a R$ 0,03019 por ação, com incidência de 15% de imposto de renda na fonte, conforme a regra vigente para a maioria dos investidores.
Quem tem direito aos dividendos e JCP da CMIN3?
Terão direito aos proventos os acionistas com posição registrada até o dia 2 de janeiro de 2026, conforme os registros mantidos no Banco Bradesco (BBDC4), que atua como instituição escrituradora.
A partir de 5 de janeiro de 2026, as ações da CSN Mineração (CMIN3) passam a ser negociadas ex-dividendos e ex-JCP, ou seja, sem direito ao recebimento desses valores.
Quando o dinheiro cai na conta?
O pagamento dos dividendos e do JCP poderá ser realizado em qualquer data até 31 de dezembro de 2026, a critério da administração da companhia.
É importante destacar que não haverá correção monetária nem juros entre a data da aprovação e o efetivo pagamento, o que torna o prazo um ponto de atenção para o investidor focado em fluxo de caixa.
O que o acionista precisa fazer para receber?
A empresa orienta que os acionistas mantenham o cadastro atualizado junto ao Bradesco, especialmente dados bancários e informações pessoais. Cadastros incompletos podem atrasar ou impedir o crédito automático.
Caso os valores não sejam reclamados dentro do prazo legal de três anos, os proventos prescrevem e retornam ao caixa da companhia, conforme determina a legislação brasileira.
O que essa decisão sinaliza ao mercado?
A distribuição reforça a posição da CSN Mineração como uma empresa geradora de caixa e comprometida com a política de remuneração ao acionista. Para quem acompanha ações do setor de mineração, o movimento pode pesar positivamente na percepção de valor da CMIN3, especialmente entre investidores de perfil mais focado em renda.
Conclusão
A aprovação de R$ 423,7 milhões em dividendos e JCP coloca a CSN Mineração no radar de quem busca retorno via proventos. Agora, o investidor precisa observar datas, valores líquidos e prazo de pagamento para avaliar se a ação faz sentido dentro da sua estratégia.
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Perguntas Frequentes (FAQs)
Quanto a CSN Mineração vai pagar em dividendos?
Serão R$ 259,7 milhões, o equivalente a R$ 0,047811 por ação.
Qual o valor do JCP da CMIN3?
O JCP aprovado soma R$ 164 milhões, ou R$ 0,03019 por ação, com imposto de 15% na fonte.
Quem tem direito aos proventos?
Acionistas com ações registradas até 2 de janeiro de 2026.
Quando as ações ficam ex-dividendos?
A partir de 5 de janeiro de 2026.
Qual é o prazo máximo de pagamento?
Até 31 de dezembro de 2026, sem correção monetária.









