Ela comandava obras de até R$ 300 milhões, lidava com prazos rígidos, orçamentos gigantes e pressão diária. Ainda assim, decidiu virar a chave. Trocou o canteiro de obras por bastidores de cinema e audiovisual, buscando propósito, autonomia e qualidade de vida.
A história, contada pelo Economia Real (UOL), chama atenção porque rompe um tabu comum no Brasil: abandonar uma carreira “bem-sucedida” para recomeçar do zero. Mais do que mudança profissional, foi uma mudança de identidade.
Do concreto às câmeras: como tudo começou
Durante anos, ela construiu uma trajetória sólida na engenharia. Grandes projetos, equipes numerosas e cifras milionárias faziam parte da rotina. Por fora, sucesso. Por dentro, desgaste.
Com o tempo, o ritmo intenso cobrou seu preço. Jornadas longas, pouca flexibilidade e pressão constante levaram a um questionamento inevitável: vale a pena seguir apenas pelo status e pelo salário?
A resposta veio com uma decisão corajosa: sair do óbvio.
A virada de carreira não foi impulsiva
Ao contrário do que muitos imaginam, a transição não aconteceu de um dia para o outro. Ela se preparou. Estudou, testou caminhos e aceitou começar de baixo.
Nos bastidores do audiovisual, assumiu funções longe do glamour. Aprendeu na prática, errou, ajustou e seguiu. Portanto, a mudança não foi fuga. Foi planejamento com risco calculado.
Segundo o UOL, o recomeço exigiu humildade e resiliência — duas qualidades que o mercado costuma testar com força.
Menos dinheiro, mais controle da própria vida
A troca teve custo financeiro. O faturamento caiu. No entanto, o ganho veio em outras frentes:
- Mais autonomia
- Agenda mais flexível
- Trabalho alinhado a valores pessoais
- Criatividade no centro da rotina
Para ela, tempo e saúde mental passaram a valer mais que o salário alto. Essa equação tem se tornado cada vez mais comum, especialmente após a pandemia.
Uma tendência que cresce no Brasil
Casos como esse não são isolados. Profissionais qualificados estão:
- Deixando cargos tradicionais
- Migrando para áreas criativas
- Buscando propósito e equilíbrio
O mercado mudou. A ideia de “carreira para a vida toda” perdeu força. Hoje, reinventar-se virou estratégia, não fracasso.
Segundo especialistas ouvidos pelo Economia Real, o medo ainda existe. Porém, o arrependimento de não tentar pesa mais.
O que essa história ensina
A principal lição é clara: sucesso não é só dinheiro. Ele também envolve bem-estar, sentido e liberdade de escolha.
Além disso:
- Recomeçar exige preparo
- Planejamento reduz riscos
- Começar menor faz parte do processo
Trocar uma carreira consolidada não é fácil. Porém, ficar preso a algo que já não faz sentido pode custar ainda mais caro.
Conclusão
Ao trocar obras de R$ 300 milhões por uma vida atrás das câmeras, ela mostrou que coragem também é saber sair. A decisão não foi simples, nem indolor. Mas foi consciente.
Em um mundo em transformação, histórias assim lembram que carreira é caminho, não prisão.
Continue acompanhando o Brasilvest para se inspirar em histórias reais de mudança, escolhas difíceis e novos começos.
Perguntas Frequentes (FAQ)
Ela abandonou totalmente a engenharia?
Sim. Ela decidiu recomeçar em outra área profissional.
A mudança reduziu a renda?
Sim, no início. A troca priorizou qualidade de vida.
Foi uma decisão impulsiva?
Não. Houve planejamento e preparação.
Esse tipo de transição é comum?
Está se tornando cada vez mais frequente.
Recomeçar mais tarde vale a pena?
Depende do perfil, mas muitos relatam mais satisfação.
Qual a maior lição da história?
Sucesso também é viver de acordo com seus valores.









