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sexta-feira, janeiro 9, 2026
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Hypera vai além do Ozempic e pode subir 37%, diz BofA

A Hypera não depende apenas do “efeito Ozempic” para crescer. Segundo análise do Bank of America divulgada pelo Seu Dinheiro, a ação HYPE3 tem potencial de valorização de até 37%, impulsionada por outros motores de crescimento que o mercado ainda subestima.

O recado é claro: quem olha só para Ozempic pode estar perdendo a tese inteira.

Por que o Ozempic não é o principal gatilho

Embora medicamentos para obesidade dominem manchetes, o BofA destaca que:

  • O impacto direto do Ozempic na Hypera é limitado
  • A empresa tem foco forte em medicamentos isentos de prescrição (OTC)
  • O crescimento vem de volume, margem e portfólio diversificado

Ou seja, a tese da Hypera é estrutural, não oportunista.

Os verdadeiros motores de alta da Hypera

Segundo o banco, os principais vetores de crescimento são:

  • Reajustes de preços acima da inflação
  • Ganhos de eficiência operacional
  • Forte presença em marcas líderes
  • Expansão de margens no varejo farmacêutico

Esses fatores sustentam resultados mesmo sem novos “blockbusters”.

Margens fortes e geração de caixa chamam atenção

O relatório ressalta que a Hypera:

  • Mantém margens acima da média do setor
  • Gera caixa de forma consistente
  • Tem baixa alavancagem

Esse combo aumenta a atratividade da ação em um cenário de:

  • Juros ainda relevantes
  • Investidores mais seletivos
  • Busca por previsibilidade

Por que o mercado ainda não precificou isso

Para o BofA, há uma distorção de percepção:

  • O mercado foca em narrativas globais (como Ozempic)
  • Ignora o modelo local da Hypera
  • Subestima a força do portfólio doméstico

Resultado: ação negociada com desconto frente ao potencial.

Preço-alvo e potencial de valorização

O Bank of America projeta:

  • Alta potencial de 37% para HYPE3
  • Recomendação positiva
  • Revisão construtiva dos fundamentos

Isso coloca a Hypera entre os destaques do setor de saúde na Bolsa.

O que pode destravar o valor da ação

Os principais gatilhos apontados são:

  • Resultados trimestrais mais fortes
  • Confirmação de margens elevadas
  • Ambiente macro mais favorável
  • Redução de ruídos setoriais

Qualquer combinação desses fatores pode acelerar a reprecificação.

Riscos que o investidor deve observar

Apesar do otimismo, existem riscos:

  • Pressão regulatória
  • Concorrência no varejo
  • Mudanças no consumo

Ainda assim, o banco avalia que o risco-retorno segue assimétrico a favor da alta.

Conclusão

A mensagem do Bank of America é direta: Hypera não é só Ozempic. A empresa tem fundamentos sólidos, crescimento consistente e potencial de valorização de até 37%, segundo o banco.

Para o investidor, ignorar essa tese pode significar perder uma das oportunidades mais defensivas e rentáveis do setor.

Siga acompanhando o Brasilvest para entender onde estão as oportunidades reais da Bolsa — além do hype.

Perguntas Frequentes (FAQ)

A Hypera depende do Ozempic?

Não. O crescimento vem de outros fatores.

Qual o potencial de alta da ação?

Até 37%, segundo o BofA.

O que sustenta essa projeção?

Margens fortes, marcas líderes e geração de caixa.

A ação está cara?

Segundo o banco, ainda negocia com desconto.

Quais os principais riscos?

Regulação, concorrência e consumo.

É uma ação defensiva?

Sim, dentro do setor de saúde.

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