O ano de 2026 será marcado por decisões difíceis, exposição maior a riscos e menos margem para erro. Segundo análise publicada pelo Jornal do Comércio, empresas que não entenderem o novo ambiente — econômico, tecnológico e político — podem perder competitividade rapidamente. O alerta é direto: quem ignora informação estratégica paga caro
Incerteza econômica prolongada
O primeiro grande risco para 2026 é a instabilidade econômica persistente. Mesmo sem crise aguda, o cenário combina:
- crescimento moderado
- juros ainda elevados
- consumo pressionado
- volatilidade nos mercados
No Brasil, isso exige cautela redobrada. Empresas que basearem decisões em cenários excessivamente otimistas podem comprometer caixa e investimentos.
Risco regulatório e insegurança jurídica
Mudanças regulatórias continuam no radar. Reforma tributária, regras setoriais e novas exigências legais criam ambiente de insegurança jurídica, especialmente para contratos de médio e longo prazo.
Em 2026, errar na leitura regulatória pode significar:
- custos inesperados
- autuações
- perda de competitividade
Portanto, informação jurídica deixa de ser suporte e vira ativo estratégico.
Exposição digital e cibersegurança
A digitalização acelerou, mas também ampliou vulnerabilidades. Ataques cibernéticos, vazamento de dados e paralisações operacionais são riscos reais e crescentes.
Empresas que tratam segurança digital como custo, e não como investimento, ficam mais expostas. Em muitos casos, um ataque é suficiente para destruir reputação e confiança.
Dependência excessiva de poucos mercados ou clientes
Outro risco crítico é a concentração. Negócios muito dependentes de:
- um único cliente
- um mercado específico
- um fornecedor estratégico
ficam frágeis diante de qualquer choque. Em 2026, diversificação deixa de ser opção e passa a ser estratégia de sobrevivência.
Falta de inteligência na tomada de decisão
Talvez o risco mais silencioso seja a decisão baseada em intuição, e não em dados. Em um ambiente complexo, agir sem informação qualificada aumenta exponencialmente a chance de erro.
O Jornal do Comércio destaca que empresas bem-sucedidas serão aquelas capazes de:
- transformar dados em estratégia
- antecipar cenários
- reagir rápido a mudanças
Ou seja, informação virou poder real.
O papel da liderança em um ano crítico
Em 2026, lideranças precisarão ir além da execução. Será necessário:
- ler o ambiente externo
- interpretar sinais fracos
- ajustar rotas rapidamente
Gestão passiva tende a falhar em cenários de risco elevado.
Pequenas e médias também estão expostas
Um erro comum é achar que apenas grandes empresas enfrentam esses riscos. Pequenos e médios negócios, com menos fôlego financeiro, sentem o impacto mais rápido quando decisões erradas são tomadas.
Por isso, acesso à informação e planejamento não são luxo — são necessidade.
Conclusão: 2026 não perdoa falta de preparo
O recado é claro: informação deixou de ser diferencial e virou requisito básico. Os cinco riscos mapeados mostram que 2026 será um ano que recompensa quem se antecipa — e pune quem improvisa.
Quer continuar acompanhando análises que ajudam empresas e profissionais a tomar decisões melhores? Continue lendo o Brasilvest e fique sempre à frente.
Perguntas frequentes (FAQ)
Qual é o maior risco para os negócios em 2026?
A combinação de incerteza econômica com decisões mal informadas.
A reforma tributária entra nesses riscos?
Sim. O risco regulatório é um dos principais pontos de atenção.
Cibersegurança é mesmo prioridade?
Sim. Ataques digitais são cada vez mais frequentes e caros.
Pequenas empresas também correm esses riscos?
Sim. Muitas vezes, com impacto ainda maior.
Como reduzir esses riscos?
Com informação qualificada, planejamento e diversificação.
2026 será um ano de crise?
Não necessariamente, mas será um ano exigente e seletivo.









