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terça-feira, janeiro 6, 2026
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Isenção do IR até R$ 5 mil: como fica quem tem duas fontes de renda em 2026

A ampliação da isenção do Imposto de Renda para rendimentos mensais de até R$ 5 mil trouxe alívio para milhões de brasileiros.

A regra principal da isenção até R$ 5 mil

O ponto central da nova regra é simples: a isenção vale para a renda mensal total, e não para cada fonte separadamente.

Em outras palavras, não importa se o dinheiro vem de um, dois ou três lugares. O que conta é quanto entra no mês, somando tudo.

Dois salários de R$ 2.500 = R$ 5 mil → limite máximo da isenção
Salário de R$ 4 mil + renda extra de R$ 1.200 → R$ 5.200paga IR

Como a Receita Federal faz a conta

A Receita Federal do Brasil considera todos os rendimentos tributáveis, como:

  • salários
  • pró-labore
  • aposentadoria
  • aluguéis
  • rendas extras e bicos formais

Tudo entra no mesmo bolo. Não existe “isenção por fonte”.

O perigo do desconto baixo na fonte

Muita gente acredita que está isenta porque:

  • em cada emprego o desconto mensal é pequeno
  • às vezes nem há retenção de IR

O problema aparece depois. Na declaração anual, a Receita:

  1. soma todas as rendas
  2. aplica a tabela progressiva
  3. cobra a diferença, se houver

Resultado: imposto inesperado para pagar.

Quem mais corre risco de perder a isenção

A análise mostra que o alerta vale especialmente para:

  • quem tem dois empregos formais
  • aposentados que continuam trabalhando
  • quem recebe salário + aluguel
  • profissionais CLT com renda extra como PJ ou MEI

Ou seja, renda fragmentada não significa renda isenta.

Planejamento tributário vira essencial em 2026

Com a isenção ampliada, cresce também a necessidade de controle. Especialistas recomendam:

  • acompanhar a renda total mês a mês
  • fazer simulações ao longo do ano
  • guardar comprovantes
  • evitar surpresas na declaração

Quem não soma tudo corretamente pode achar que está isento e acabar pagando caro depois.

O alerta de Giane Guerra

Na coluna, Giane Guerra reforça que a medida é positiva, mas não muda a lógica do Imposto de Renda. A Receita continua olhando o conjunto da renda do contribuinte.

O erro mais comum é achar que cada salário conta isoladamente. Não conta.

O que não muda com a nova isenção?

Mesmo com o limite maior:

  • a declaração anual continua obrigatória em vários casos
  • rendimentos isentos devem ser informados
  • cruzamentos de dados seguem rigorosos

Ou seja, a fiscalização continua a mesma.

Conclusão: no IR, quem manda é a soma

A isenção do IR até R$ 5 mil ajuda, mas não é automática para quem tem duas fontes de renda. Em 2026, o que define se você paga ou não imposto é a soma mensal de tudo o que ganha.

Quer evitar surpresas, imposto inesperado e dor de cabeça com a Receita? Continue lendo o Brasilvest e fique sempre um passo à frente.

Perguntas frequentes (FAQ)

Quem tem duas fontes de renda fica isento do IR?

Só se a soma mensal não ultrapassar R$ 5 mil.

A Receita soma todos os rendimentos?

Sim. Salários, aluguéis e outras rendas tributáveis.

Cada salário abaixo de R$ 5 mil garante isenção?

Não. O que vale é o total mensal.

Posso pagar IR só na declaração anual?

Sim. O ajuste final é feito na declaração.

A regra já está valendo em 2026?

Depende da regulamentação final, mas a lógica da soma permanece.

Vale fazer planejamento tributário?

Sim. Evita imposto inesperado e problemas com o Fisco.

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