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domingo, novembro 30, 2025
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Leilão da Receita Federal tem Tiguan por menos de 20% do valor e iPhone por 1/8 do preço; veja como aproveitar

Uma nova rodada de leilão da Receita Federal em São Paulo está chamando atenção porque junta carros, iPhones e eletrônicos com descontos que chegam a mais de 80% abaixo do preço de mercado. De acordo com reportagem do Seu Dinheiro, o evento acontece em 5 de dezembro, e as propostas podem ser enviadas das 8h de 27 de novembro até as 21h de 3 de dezembro.

A seguir, você confere os destaques, como participar e os principais cuidados antes de dar um lance.

Leilão da Receita Federal: descontos de até mais de 80%

O leilão reúne mercadorias apreendidas ou abandonadas. Por isso, a Receita pode vender tudo por valores bem abaixo do mercado.

  • Celulares
  • Videogames
  • armações e lentes para óculos
  • artigos esportivos
  • itens de pesca
  • máquinas de bordar
  • tecidos e materiais plásticos
  • óleo diesel
  • veículos (automóveis, caminhonetes, caminhões, ônibus e unidades para desmontagem)

Além disso, o edital usa o Sistema de Leilão Eletrônico da Receita, o mesmo que aparece na página oficial de destinação de mercadorias apreendidas.

Destaques do leilão: Tiguan, Tucson e iPhone com “preço de banana”

Entre os lotes, alguns chamam atenção pela diferença enorme entre lance mínimo e valor de mercado.

  • Hyundai Tucson GLSB 2014/2015
    • Lance inicial: R$ 8.242
    • Avaliado em: R$ 52.370 (tabela Fipe)
    • Desconto aproximado: 84%
  • Volkswagen Tiguan 2.0 TSI
    • Lance inicial: R$ 10.245
    • Avaliado em: R$ 66.256 (Fipe)
    • Desconto superior a 84%
  • iPhone 14
    • Preço médio em loja (iPlace): cerca de R$ 4.400
    • Lance mínimo no leilão: R$ 586
    • Ou seja, o aparelho sai por apenas 13% do valor original

Além disso, matérias de veículos mostram que há também iPhone 13, iPhone 15, MacBooks, PlayStation 5, Xiaomi, smartwatches e lotes de notebooks com valores muito abaixo do praticado no varejo.

Portanto, para quem procura trocar de celular, comprar um carro usado ou até revender mercadorias, o evento pode virar uma boa oportunidade — desde que você entenda bem as regras.

Como participar do leilão da Receita Federal?

O leilão é 100% online e aberto para pessoas físicas e jurídicas.

Passo a passo básico

  1. Ter conta GOV.BR nível Prata ou Ouro
  2. Acessar o e-CAC
  3. Selecionar o edital do leilão em São Paulo
    • No Sistema de Leilão Eletrônico, basta buscar pelo edital da 8ª Região Fiscal.
  4. Enviar propostas na fase fechada
    • Período: das 8h de 27 de novembro até 21h de 3 de dezembro.
    • Você escolhe o lote, informa o valor que quer pagar e salva a proposta.
  5. Participar da fase de lances
    • A sessão pública acontece às 10h de 5 de dezembro, com lances em tempo real.

Segundo as regras, só avançam para a rodada competitiva as propostas que ficarem no máximo 10% abaixo da maior oferta de cada lote. Depois disso, o sistema classifica automaticamente os lances por valor.

Regras de pagamento e retirada dos lotes

Depois do arremate, os compradores precisam seguir algumas obrigações importantes:

  • Pagamento por DARF
    • O valor é pago via Documento de Arrecadação de Receitas Federais; a Receita reforça que não há depósito em contas de terceiros.
  • Prazo de retirada
  • Custos extras
    • Em lotes como o de óleo diesel, o arrematante também paga armazenagem e transporte.

Cuidados antes de dar lance: nem tudo é “achado”

Apesar dos destaques chamativos, é fundamental ir com calma.

  • Não há garantia
  • Pode haver defeitos, desgaste, falta de peças ou problemas de documentação
  • Muitos lotes são fechados (você leva tudo junto, inclusive o que não quer)
  • Você arca com frete, transporte, regularização e consertos

Portanto, antes de se animar com um Tiguan por menos de 20% do valor ou um iPhone por 1/8 do preço, vale somar todos os custos e pensar se o negócio continua vantajoso.

Vale a pena participar desse leilão da Receita Federal?

Para quem entende que não existe “garantia de pechincha”, o leilão pode, sim, ser uma boa chance de:

  • comprar carro usado por valor bem abaixo da tabela;
  • conseguir iPhone ou outros eletrônicos para uso próprio;
  • montar um pequeno negócio de revenda de produtos.

No entanto, é importante:

  • estudar o edital;
  • comparar o lance mínimo com a tabela Fipe e com preços em lojas;
  • ter dinheiro para pagar o DARF rapidamente;
  • organizar a logística de retirada e transporte.

Se você gosta de finanças pessoais, oportunidades reais de economia e quer acompanhar outras chances como essa, continue acompanhando as análises e reportagens aqui no Brasilvest.

Perguntas Frequentes (FAQ)

O que é esse leilão da Receita Federal com Tiguan e iPhone baratos?

É um leilão eletrônico de mercadorias apreendidas ou abandonadas, organizado pela Receita Federal em São Paulo. O evento de 5 de dezembro reúne carros, eletrônicos e outros itens com descontos que podem ultrapassar 80%.

Quem pode participar do leilão da Receita Federal?

Podem participar pessoas físicas e jurídicas, desde que tenham conta GOV.BR nível Prata ou Ouro e acessem o Sistema de Leilão Eletrônico pelo e-CAC.

Quais são as datas do leilão com Tiguan e iPhone?

De acordo com o Seu Dinheiro e o Money Times:

  • envio de propostas: 27 de novembro, 8h, até 3 de dezembro, 21h;
  • sessão de lances em tempo real: 5 de dezembro, às 10h.

Quais são os principais destaques de desconto nesse leilão?

Os grandes destaques são:

  • Hyundai Tucson GLSB 2014/2015 com lance inicial de R$ 8.242, enquanto vale R$ 52.370 na Fipe;
  • Volkswagen Tiguan 2.0 TSI com lance inicial de R$ 10.245, contra R$ 66.256 na Fipe;
  • iPhone 14 avaliado em R$ 4.400 em loja, com lance de R$ 586.

Como eu pago e retiro o bem se vencer o leilão?

O pagamento é feito exclusivamente via DARF, como reforça a Receita Federal. Depois disso, o arrematante precisa retirar o lote em até 30 dias e arcar com transporte, possíveis taxas de armazenagem e eventual regularização.

Leilão da Receita Federal sempre vale a pena?

Nem sempre. Os descontos podem ser excelentes, porém os bens são vendidos no estado em que se encontram, sem garantia. Por isso, é essencial avaliar risco de defeitos, custo de conserto, documentação e logística antes de participar.

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