Um mapa detalhado mostra os locais dos ataques militares dos Estados Unidos na Venezuela, durante a operação que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. A ação marcou uma das maiores escaladas militares dos EUA na América Latina em décadas, com múltiplas explosões e ofensivas em diferentes pontos estratégicos do país.
Onde os Estados Unidos atacaram?
Durante a madrugada de 3 de janeiro de 2026, forças dos Estados Unidos lançaram uma operação militar em grande escala contra a Venezuela. Com dezenas de aeronaves envolvidas, os ataques foram registrados em vários pontos do território, incluindo áreas próximas à capital Caracas, segundo análise da CNN Brasil com base em vídeos publicados nas redes sociais.
O mapa mostra que os ataques ocorreram principalmente:
- Caracas e arredores, incluindo bases militares e infraestrutura crítica;
- Pontos próximos à costa e instalações estratégicas;
- Zonas que abriguem possíveis posições de defesa venezuelana.
A operação culminou na captura de Nicolás Maduro, que foi levado sob custódia americana. Imagens divulgadas mostram ainda o presidente venezuelano a bordo de uma embarcação de guerra dos EUA após ser detido.
O que isso significa?
Essa ofensiva marca uma intervenção militar direta sem precedentes recente na região, refletindo uma postura mais dura dos EUA sob a liderança de Donald Trump. A operação foi justificada pelo governo americano como parte da luta contra o narcotráfico e o crime organizado, além de pressionar o regime de Maduro que enfrenta acusações internacionais.
A escala da ação gerou relatos de explosões e movimentação de aeronaves sobre áreas urbanas, interrompendo rotas normais de voo e elevando o nível de tensão na região.
Repercussão internacional
A operação provocou reação imediata de governos e organismos ao redor do mundo.
O governo venezuelano denunciou a ação como agressão militar e violação de soberania, enquanto aliados regionais criticaram a intervenção externa.
Ao mesmo tempo, movimentos sociais e governos de países vizinhos expressaram preocupação com o impacto humanitário, considerando possíveis consequências para civis e estabilidade regional.
Impactos imediatos na Venezuela
Segundo relatos e informações complementares:
- População venezuelana enfrentou longas filas e falta de itens básicos em mercados após os ataques;
- A fronteira com o Brasil foi reportada como relativamente tranquila, segundo autoridades brasileiras, apesar das operações nos arredores;
- Mobilização militar foi anunciada pelo governo venezuelano em resposta às ações.
O que muda agora?
A operação americana pode redefinir as relações diplomáticas entre os países envolvidos e intensificar os debates sobre intervenção, soberania e segurança regional. A captura de Maduro e os ataques em múltiplos locais demonstram um uso de força muito mais profundo do que simples sanções ou pressão política.
Conclusão
O mapa que revela os locais de ataque dos Estados Unidos na Venezuela traz um novo olhar sobre a dimensão da operação que capturou o presidente Nicolás Maduro.
Esse episódio pode reconfigurar relações internacionais, gerar instabilidade e ter repercussões geopolíticas duradouras — tanto na América do Sul quanto no cenário global.
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Perguntas Frequentes (FAQ)
Onde os EUA atacaram na Venezuela?
Os ataques aconteceram em diversos pontos estratégicos, principalmente em e ao redor de Caracas e áreas costeiras, segundo mapas analisados pela CNN Brasil.
O que aconteceu com Maduro?
Nicolás Maduro foi capturado pelos EUA durante a operação militar.
Os ataques causaram danos civis?
Relatos indicam explosões e movimentação aérea intensa, mas os detalhes sobre vítimas civis ainda são incertos.
Como a Venezuela respondeu?
O governo venezuelano denunciou a ação como agressão militar e violação da soberania do país.
Há risco de guerra regional?
Especialistas alertam que a escalada pode gerar tensão diplomática e impactos geopolíticos na América Latina.
Isso afeta o Brasil?
Embora a fronteira esteja estável, existem preocupações com fluxos migratórios e impacto econômico regional se a crise se prolongar.









