O mercado de criptoativos no Brasil acaba de ganhar uma nova liderança — e o movimento é estratégico. A executiva Júlia Rosin, que atua na Coinbase (COIN34), foi eleita nova presidente da Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABcripto), em um momento decisivo para o setor, marcado por avanço regulatório e maior presença institucional.
A mudança sinaliza um novo capítulo para a criptoeconomia brasileira, com foco em maturidade, diálogo com reguladores e consolidação do país como referência global.
Quem é Júlia Rosin e por que a escolha importa?
Júlia Rosin é formada em gestão de políticas públicas e ocupa atualmente o cargo de gerente de policy para a América Latina da Coinbase (COIN34), uma das maiores plataformas de criptoativos do mundo.
Sua eleição indica um reforço claro no perfil técnico e institucional da ABcripto, especialmente em um cenário onde regulação, compliance e diálogo com o Estado se tornaram centrais para o crescimento do setor.
Como foi a eleição na ABcripto?
A escolha de Rosin aconteceu na terça-feira (16), durante uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) da entidade. Ela assume o lugar de Bernardo Srur, que estava à frente da associação desde 2023.
O mandato da nova presidente será de 2026 a 2028, período considerado crucial para a consolidação do marco regulatório dos criptoativos no Brasil.
O que muda com a nova gestão?
Segundo comunicado oficial, a ABcripto reforçou que a nova diretoria seguirá atuando de forma:
- Técnica
- Responsável
- Colaborativa
- Voltada ao desenvolvimento sustentável da criptoeconomia
A entidade também agradeceu a gestão anterior, destacando o papel de Srur na condução da associação em anos decisivos para o setor.
O que Júlia Rosin disse ao assumir?
Em publicação nas redes sociais, Rosin deixou claro que a mudança vai além de nomes — trata-se de reposicionar institucionalmente a ABcripto.
Ela destacou que o mercado de ativos digitais amadureceu, que a regulação chegou e que o Brasil já pode ser considerado uma potência global no setor cripto.
A nova presidente afirmou ainda que o objetivo é transformar a ABcripto em um motor institucional da nova economia digital, convidando empresas, investidores e agentes do ecossistema a participarem dessa construção.
Por que isso é relevante para o investidor?
A liderança da ABcripto influencia diretamente:
- Debates regulatórios
- Interação com governo e Congresso
- Segurança jurídica para empresas e investidores
- Atração de capital institucional
- Posicionamento do Brasil no cenário global
Com uma executiva ligada à Coinbase (COIN34) no comando, o mercado interpreta o movimento como um sinal de maior alinhamento internacional e foco em boas práticas.
Brasil pode liderar a economia digital?
O próprio discurso da nova presidente aponta nessa direção. O país vem avançando em regulação, adoção e inovação, e agora tenta transformar esse protagonismo em liderança institucional.
Se a estratégia der certo, o Brasil pode se tornar um dos principais polos globais da criptoeconomia — não apenas em volume, mas em governança e credibilidade.
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Perguntas Frequentes (FAQs)
Quem é a nova presidente da ABcripto?
Júlia Rosin, executiva da Coinbase (COIN34) e especialista em políticas públicas.
Quando começa o mandato da nova gestão?
O mandato vai de 2026 até 2028.
Quem presidia a ABcripto antes?
Bernardo Srur, que comandava a entidade desde 2023.
Por que essa eleição é importante?
Porque ocorre em um momento de consolidação regulatória do mercado cripto no Brasil.
O Brasil pode se tornar líder global em cripto?
Segundo a nova presidente, sim, se houver coordenação institucional e regulação eficiente.









