Em 2026, organizar as finanças pessoais exige ir além do orçamento mensal. Priorizar seguros certos virou decisão estratégica para proteger renda, patrimônio e tranquilidade. Com custos médicos em alta, eventos climáticos mais frequentes e maior endividamento das famílias, errar na proteção sai caro.
Segundo análise do InfoMoney, a ordem de prioridade depende do risco real de cada pessoa. Ainda assim, há seguros essenciais que fazem diferença imediata no bolso — e outros que podem esperar.
Seguro saúde: prioridade máxima
O seguro saúde segue no topo da lista. Consultas, exames e internações encareceram, enquanto o SUS enfrenta filas longas em várias regiões.
Além disso, um imprevisto médico pode consumir anos de economia em poucos dias. Por isso, especialistas recomendam priorizar planos compatíveis com renda e perfil familiar, mesmo que mais básicos.
Portanto, proteger a saúde é proteger o orçamento.
Seguro de vida: proteção para quem depende de você
Muita gente ignora o seguro de vida, mas ele é essencial quando há dependentes financeiros. O objetivo não é enriquecer herdeiros, e sim garantir continuidade da renda em caso de imprevistos.
Em 2026, produtos mais flexíveis permitem:
- Cobertura por invalidez
- Assistências em vida
- Prêmios ajustáveis ao orçamento
Assim, o seguro de vida deixou de ser tabu e virou ferramenta financeira.
Seguro residencial: custo baixo, impacto alto
O seguro residencial oferece uma das melhores relações custo-benefício. Ele cobre incêndio, danos elétricos, roubos e até responsabilidade civil.
Com eventos climáticos extremos mais frequentes, esse seguro ganhou relevância. Além disso, o preço costuma ser acessível, inclusive para imóveis alugados.
Portanto, é uma proteção barata contra prejuízos grandes.
Seguro automotivo: essencial para quem depende do carro
Para quem usa o carro diariamente, o seguro automotivo continua indispensável. Roubo, colisão e terceiros podem gerar dívidas difíceis de absorver.
Mesmo assim, vale ajustar coberturas. Em alguns casos, reduzir franquia ou serviços extras diminui o custo sem perder proteção essencial.
Logo, revisar o seguro do carro também é planejamento.
Seguro viagem e proteção de renda
Outros seguros entram como complementares:
- Seguro viagem, essencial em viagens internacionais
- Seguro de proteção de renda, útil para autônomos e profissionais liberais
Esses produtos não são prioridade para todos. No entanto, fazem sentido conforme o estilo de vida e a fonte de renda.
O erro comum: pagar demais ou proteger de menos
Muitos gastam com seguros desnecessários e deixam de cobrir riscos reais. Por isso, especialistas indicam:
- Avaliar riscos primeiro
- Priorizar o essencial
- Ajustar coberturas à renda
- Revisar contratos anualmente
Assim, o seguro cumpre seu papel sem virar peso no orçamento.
Conclusão
Em 2026, priorizar seguros certos é decisão financeira inteligente. Saúde, vida e residência formam a base. O restante depende do perfil e do momento de vida.
Quem organiza a proteção hoje evita prejuízos que podem comprometer anos de esforço amanhã.
Continue acompanhando o Brasilvest para aprender a proteger seu dinheiro, reduzir riscos e tomar decisões financeiras mais inteligentes.
Perguntas Frequentes (FAQ)
Qual seguro vem primeiro em 2026?
Seguro saúde, por causa dos custos médicos elevados.
Seguro de vida vale a pena?
Sim, especialmente para quem tem dependentes financeiros.
Seguro residencial é caro?
Não. Geralmente tem custo baixo e boa cobertura.
Quem não tem carro precisa de seguro auto?
Não. Só faz sentido para quem depende do veículo.
Seguro viagem é obrigatório?
Não, mas é altamente recomendado em viagens internacionais.
Vale revisar seguros todo ano?
Sim. Renda, riscos e preços mudam com o tempo.









